
O aumento contínuo dos preços dos alimentos básicos tem provocado mudanças silenciosas no dia a dia das famílias cearenses. Itens como arroz, feijão, carnes e hortifrútis registram reajustes acima do esperado, pressionando o orçamento doméstico e obrigando consumidores a reverem prioridades na feira e no supermercado.
Economistas apontam que fatores como clima irregular, custo do transporte e instabilidade na cadeia produtiva ajudam a explicar a alta. No entanto, o impacto é sentido de forma mais dura nas cidades do interior, onde a renda média é menor e a dependência do consumo local é maior.
Com isso, cresce a busca por alternativas como compras coletivas, substituição de marcas e redução no consumo de proteínas. A tendência é que esse comportamento se intensifique nos próximos meses caso não haja queda significativa nos preços.