
O clima para a economia brasileira em 2026 é mais de freio do que de aceleração, viu. A turma que acompanha o PIB está falando em algo perto de 2%, bem abaixo do que o país já foi capaz de entregar, o que indica uma desaceleração num momento em que muita gente esperava mais fôlego. Em outras palavras, a economia deve crescer, mas sem empolgar nem mudar radicalmente a vida de quem está na ponta.
O detalhe é que 2026 é ano de eleição presidencial, e isso pesa bastante nas decisões de investimento. Empresário e investidor olham para o cenário político, veem juros ainda altos e um monte de incerteza sobre qual será a cara do próximo governo, e naturalmente ficam mais cautelosos antes de tirar projetos do papel. Resultado: o país anda, mas devagar, com o mercado de trabalho melhorando aos poucos e sem grandes saltos de renda.
Ao mesmo tempo, o governo até tenta sustentar um pouco a atividade com política fiscal mais expansionista, mas nada tão agressivo a ponto de mudar o jogo de forma radical. Fica aquela sensação de “ano de transição”: não é crise aguda, mas também está longe de ser boom econômico, então planejamento e cautela viram palavras de ordem para quem pensa em negócios, carreira ou investimentos para 2026.
