Mercado de trabalho mantém nível histórico de emprego

O Brasil entra a segunda metade de fevereiro de 2026 ainda colhendo os efeitos de um mercado de trabalho aquecido. Dados consolidados de 2025 indicaram a menor taxa de desemprego da série histórica recente, com índice anual em torno de 5,6%, resultado que se manteve próximo no início deste ano. A expansão de vagas formais e o aumento da massa salarial têm impacto direto no cotidiano das famílias, que sentem algum alívio após anos de instabilidade.


Especialistas em economia avaliam que a combinação de aumento do emprego formal com políticas de valorização da renda ajuda a sustentar o consumo interno. O governo projeta continuidade na geração de postos de trabalho, apoiada em investimentos produtivos e em programas que facilitam a contratação de trabalhadores em setores estratégicos. Ao mesmo tempo, a taxa de juros ainda elevada mantém algum freio sobre decisões de expansão mais agressivas por parte das empresas.


No dia a dia, trabalhadores relatam maior confiança para planejar compras de médio prazo, como móveis, eletrodomésticos e reformas residenciais. Programas de liberação de recursos, como o uso ampliado de saldos do FGTS para quem optou por modalidades específicas de saque, reforçam essa sensação de fôlego extra no orçamento. A expectativa é que, se o movimento de emprego permanecer firme, 2026 consolide uma fase de menor insegurança no mercado de trabalho, ainda que os desafios salariais e de qualificação continuem no horizonte.

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